
Pilates é contra-indicado em processos inflamatórios e quadros álgicos agudos e também deve ser aplicado com cuidado e restrição em determinados casos de hérnia, osteosporose, gravi-dez, prótese, entre outros.
Pilates é mais indicado na pós-reabilitação, quando o paciente já se apresenta fora do quadro de dor, sem inflamação e com necessidade de ampliar mobilidade articular, ganhar força, reeducar e/ou readquirir os movimentos funcionais para voltar à sua vida diária. É nesse ponto que Pilates e fisioterapia se casam tão bem, quando o paciente já passou pelo tratamento convencional e se curou da lesão ou nos processos degenerativos quando é necessário estabelecer para o paciente uma melhor convivência com sua doença, levando ao bem estar e à uma melhor qualidade de vida.
Na realidade, Joseph Pilates elaborou o método de forma a traba-lhar o corpo globalmente e não ficar restrito ao foco da lesão. Foi isso que ele fez com seus pacientes na Primeira Guerra Mundial e é esta a forma de se trabalhar o individuo na pós-reabilitação: vendo-o como um todo, percebendo todas as suas necessidades para obter um corpo sadio, forte, flexível e apto para realizar sua funções plenamente.